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Eleições 2026: Forças Armadas mobilizam 25 mil militares

Forças Armadas mobilizam 25 mil militares no segundo turno das eleições de 2026 para apoiar a votação e o transporte de urnas em áreas de difícil acesso.

As Forças Armadas vão mobilizar cerca de 25 mil militares para apoiar a Justiça Eleitoral no segundo turno das eleições, neste domingo (25). A operação envolverá Marinha, Exército e Aeronáutica, com ações de segurança e suporte logístico em diferentes regiões do país.

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As ações de Garantia da Votação e da Apuração (GVA) ocorrerão em 306 municípios de 11 estados. Outros 39 municípios, distribuídos por oito unidades da Federação, receberão apoio logístico, sobretudo em áreas de difícil acesso.

Militares vão transportar urnas e equipes eleitorais

As Forças Armadas também serão responsáveis pelo transporte de urnas eletrônicas, equipamentos, materiais e equipes da Justiça Eleitoral. Para cumprir as atividades, os militares utilizarão aeronaves, helicópteros, embarcações e viaturas.

O suporte alcançará comunidades rurais, regiões ribeirinhas, terras indígenas e outras localidades com dificuldades de acesso e infraestrutura. A operação busca garantir o deslocamento dos recursos necessários à realização da votação e à apuração dos resultados.

Operação busca garantir a votação e a apuração

Segundo o Ministério da Defesa, a atuação militar tem como objetivo contribuir para a preservação da ordem pública, a normalidade da votação e da apuração dos votos e o livre exercício do voto. O apoio depende de solicitação da Justiça Eleitoral e autorização presidencial.

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Justiça Eleitoral e Forças Armadas coordenam ações

A operação reúne a Justiça Eleitoral, o Ministério da Defesa, as três Forças Armadas e órgãos de segurança pública. Os tribunais eleitorais apresentam os pedidos de apoio e coordenam o planejamento das atividades com os comandos militares.

A coordenação nacional ficará sob responsabilidade do Centro de Operações Conjuntas, em Brasília. A estrutura atuará em conjunto com os Comandos Conjuntos Amazônia, Amazônia Oriental, Nordeste, Planalto, Oeste e Leste, além do Comando de Operações Aeroespaciais, responsável pelos recursos aéreos empregados no pleito.

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