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Operação combate comércio ilegal de peças de carros no Rio e na Baixada

Polícia Civil fiscaliza ferros-velhos no Rio e na Baixada para combater receptação de peças de veículos roubados e furtados na Operação Torniquete.

A Polícia Civil deflagrou, nesta segunda-feira (27), uma operação de fiscalização em ferros-velhos e estabelecimentos de sucatas na capital e na Baixada Fluminense. A ação combate a receptação e o comércio ilegal de peças de veículos roubados e furtados, um dos principais alvos da Operação Torniquete.

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Participam da ofensiva agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense (DRFA-BF). As equipes realizam fiscalizações simultâneas em locais suspeitos de comercializar autopeças de origem ilícita.

Durante as diligências, os policiais verificam a procedência das peças, analisam documentos fiscais e conferem a regularidade das atividades exercidas pelos estabelecimentos. O objetivo é identificar irregularidades e interromper a circulação de produtos ligados a crimes patrimoniais.

Além das fiscalizações, a operação cumpre um mandado de busca e apreensão em um estabelecimento localizado no bairro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. O local é alvo de investigação por suspeita de envolvimento com o comércio de peças de origem ilegal.

Segundo a Polícia Civil, as investigações indicam que a receptação ocupa posição central na cadeia dos roubos e furtos de veículos. O desmanche e a venda clandestina de peças garantem retorno financeiro aos criminosos e incentivam a prática de novos delitos.

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A operação integra a segunda fase da Operação Torniquete, voltada ao combate aos crimes de roubo, furto e receptação de cargas e veículos. A estratégia também busca reduzir as fontes de financiamento de facções criminosas que atuam no estado.

Desde o início da Operação Torniquete, em setembro de 2024, a Polícia Civil contabiliza mais de 1.070 prisões. As ações também resultaram na recuperação de cargas e veículos avaliados em mais de R$ 56 milhões, além de pedidos de bloqueio de bens e valores que ultrapassam R$ 70 milhões.

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