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Polícia faz operação na Vila Kennedy para prender acusados de matar PM na Avenida Brasil

Polícia Civil faz operação na Vila Kennedy contra suspeitos de matar PM na Avenida Brasil. Investigação aponta uso de drone no crime.

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro realiza operação nesta quarta-feira (18) na Vila Kennedy para prender suspeitos da morte do PM Marcelo José Batista. O crime ocorreu na Avenida Brasil, na altura de Bangu.

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A ação é conduzida pela Delegacia de Homicídios da Capital com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais. O objetivo é cumprir mandados contra envolvidos na execução registrada em abril de 2025.

As investigações indicam que o policial foi morto em meio a disputa entre o Comando Vermelho e milicianos do Catiri. A apuração aponta que traficantes monitoraram a vítima antes do ataque.

Segundo a polícia, os criminosos usaram um drone para localizar o agente. O recurso permitiu identificar a posição exata do policial no momento em que ele trafegava pela via expressa.

Os agentes identificaram o autor dos disparos, o motorista do veículo e um suspeito de coordenar o monitoramento aéreo. Os três são alvos da operação realizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

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Entre os procurados estão Gabriel Pinagé do Carmo Maria, apontado como autor dos tiros, Gabriel Paulo Nísio Ferreira, motorista, e Alexsandro Teixeira Torres, ligado ao monitoramento.

A polícia também apurou que Abrãao Ligeiro de Souza, morto em 2026, recolheu a arma da vítima após o crime. O material teria sido entregue a integrantes da facção que atua na região.

Execução ocorreu durante trajeto na Avenida Brasil

O cabo Marcelo José Batista, de 44 anos, lotado no 41º BPM, foi morto a tiros ao passar de carro pela Avenida Brasil. O veículo apresentava marcas de disparos e vidros quebrados.

O crime ocorreu por volta das 4h30, na pista sentido Zona Oeste. Equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais encontraram o carro com portas abertas e uma pistola sob o corpo do policial.

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De acordo com a investigação, os alvos da operação integram o tráfico local e são ligados a Rodney Lima Freitas, apontado como responsável por coordenar ações criminosas na região e alvo de mandados de prisão.

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