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Polícia Civil faz operação contra suspeitos de matar inspetor no Muquiço

Operação da Polícia Civil busca prender envolvidos na morte do inspetor Carlos Alberto Freire Neto. Um suspeito foi baleado e preso.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou, nesta sexta-feira (24), uma operação no Complexo do Muquiço, na Zona Norte da capital, para cumprir mandados de prisão contra os investigados pela morte do inspetor Carlos Alberto Freire Neto, vítima de uma emboscada durante uma ação policial no último dia 8.

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Até a última atualização, um dos investigados foi baleado durante confronto com os agentes. Paulo Roberto Barreto da Silva, conhecido como PL ou Arcanjo, foi socorrido ao Hospital Estadual Carlos Chagas, onde permanece sob custódia policial.

Segundo a Polícia Civil, com o suspeito foram apreendidos uma pistola, dois carregadores, drogas e um rádio comunicador. O investigado possui extensa ficha criminal e é apontado como integrante do grupo alvo da operação.

A ação reúne equipes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), unidade onde o inspetor atuava, e da 96ª DP (Miguel Pereira). Na segunda-feira (20), policiais estiveram na comunidade para levantar informações sobre os envolvidos no crime. Na ocasião, houve confronto e dois homens foram presos.

Emboscada matou inspetor durante missão da DHBF

O ataque ocorreu na manhã de 8 de julho, quando quatro agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense seguiam em um veículo descaracterizado para uma ação de reconhecimento destinada ao planejamento do cumprimento de um mandado judicial.

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Na entrada do Complexo do Muquiço, traficantes atacaram a equipe a tiros. Dois comissários foram atingidos. Um dos disparos acertou a cabeça do inspetor Carlos Alberto Freire Neto, que chegou a ser levado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, mas morreu em decorrência dos ferimentos.

A policial civil Juliele Brandt também foi baleada na perna durante a emboscada. Ela recebeu atendimento médico e já teve alta hospitalar.

Após o ataque, a Polícia Civil mobilizou centenas de agentes em uma operação no Complexo do Muquiço. A ação provocou a interrupção das atividades em escolas e unidades de saúde da região por questões de segurança. Na ocasião, quatro homens foram presos.

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