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PM morto após perseguição na Avenida Brasil comemorou 38 anos dois dias antes

Cabo da PM morreu após ser baleado durante perseguição na Avenida Brasil. Operação terminou com quatro criminosos mortos e armas apreendidas.

O cabo da Polícia Militar Fernando Plácido Roberto Rocha, de 38 anos, morreu após ser baleado na cabeça durante uma perseguição de cerca de 20 quilômetros na Avenida Brasil, na noite de terça-feira (29). Lotado no Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), o policial havia comemorado o aniversário dois dias antes.

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Conhecido entre amigos como Fernando Batata, o policial apareceu em um vídeo publicado pela esposa nas redes sociais enquanto preparava pizzas para celebrar os 38 anos. Após a morte, ela prestou uma homenagem e relembrou os últimos momentos vividos ao lado do marido.

“Eu te amo muito. Aqui era você dois dias atrás preparando as pizzas para comemorar seus 38 anos. Comemorações eram com ele mesmo, agora tudo isso acabou”, escreveu. Em outra publicação, afirmou que o filho do casal, que também morreu, o recebeu “com os braços abertos”.

Fernando ingressou na Polícia Militar em 2019 e atuava no BPVE. Após ser atingido durante a ocorrência, ele foi socorrido e levado ao Hospital Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal. Até o momento, não há informações sobre o sepultamento.

Perseguição terminou com confronto e apreensão de armamento

A perseguição começou na Avenida Brasil e percorreu cerca de 20 quilômetros, passando por bairros como Ramos e Olaria. A ação terminou em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, após um dos veículos usados pelos criminosos colidir e os ocupantes serem cercados por policiais do Batalhão de Choque.

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Segundo a Polícia Militar, quatro criminosos morreram durante a ocorrência. No carro utilizado pelo grupo, os agentes apreenderam seis fuzis, três pistolas, uma granada, coletes à prova de balas e rádios comunicadores.

De acordo com a porta-voz da Polícia Militar, tenente-coronel Cláudia Moraes, a suspeita é que os criminosos seguiam para uma disputa por território. O material apreendido será periciado e a investigação busca esclarecer a origem das armas e a atuação da quadrilha.

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