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Ônibus é incendiado e três são depredados na Taquara

Um ônibus foi incendiado e outros três foram depredados na Taquara, no Rio, após a morte de dois suspeitos em confronto com a PM.

Um ônibus foi incendiado e outros três foram depredados na noite desta quinta-feira (27), na região dos Teixeiras, na Taquara, Zona Sudoeste do Rio. Os ataques ocorreram após a morte de dois suspeitos.

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Segundo moradores e a Polícia Militar, os atos teriam sido uma represália às mortes de dois homens apontados como integrantes do Comando Vermelho (CV). Eles foram baleados durante um confronto na Estrada da Boiúna.

O Corpo de Bombeiros foi acionado às 21h para combater o incêndio em um ônibus na Estrada da Boiúna. As chamas foram controladas por volta das 22h. Não houve registro de feridos.

Vídeos publicados nas redes sociais mostram o coletivo em chamas e outro ônibus depredado. A ocorrência provocou a interdição de parte da via e retenções no trânsito da região.

“O ônibus está todo quebrado. Arrancaram a chave. Queimaram um e esse arrancaram a chave”, relatou o motorista de um dos veículos.

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Confronto ocorreu na Estrada da Boiúna

A ação policial que antecedeu os ataques ocorreu na noite de quarta-feira (26). Segundo a PM, agentes do 18º BPM (Jacarepaguá) receberam informações sobre criminosos armados que estariam fazendo uma falsa blitz na Estrada da Boiúna.

De acordo com a corporação, cerca de 10 homens armados atiraram contra os policiais. Houve confronto e os suspeitos fugiram, deixando no local um fuzil e 14 munições intactas.

Ainda segundo a PM, dois homens baleados deram entrada posteriormente em uma unidade de saúde. Juan Carlos Braz de Oliveira, conhecido como “Jota”, chegou morto à UPA Jardim Novo.

O segundo suspeito, Kaio Vinícius Torres Ferreira, de 27 anos, conhecido como “Barroso”, foi levado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu na noite desta quinta-feira (27).

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Ataques teriam sido motivados por morte

Moradores relataram nas redes sociais que os ataques aos ônibus teriam sido motivados pela morte de Barroso, apontado pela polícia como um dos chefes do tráfico na comunidade dos Teixeiras.

A ocorrência foi registrada na 32ª DP (Taquara). Até a última atualização, a Polícia Civil, a Secretaria Municipal de Saúde e o Rio Ônibus não haviam se manifestado sobre o caso.

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