Presa por suspeita de roubos no Rio, Nick Frazão é alvo de investigações desde 2011 por casos de furto, agressão, roubo e exploração sexual.
A influenciadora Nicolly Evangelista do Carmo, a Nick Frazão, presa nesta segunda-feira (3), soma um histórico de investigações por roubo, agressão e exploração sexual desde 2011.
Policiais civis da 17ª DP (São Cristóvão), com apoio da 28ª DP (Praça Seca) e da 44ª DP (Inhaúma), realizam a prisão. Ela é investigada por pelo menos 2 roubos na região de São Cristóvão.
Nas redes sociais, Nicolly costuma exibir uma vida de luxo, com viagens internacionais, camarotes e festas, para os mais de 100 mil seguidores do perfil no Instagram.
Em 2011, ainda com o nome de Marlon Evangelista do Carmo, antes da transição, ela é presa em flagrante por furto contra um turista em Copacabana, na Zona Sul do Rio.
Dois anos depois, Nicolly é acusada de agredir um homem nos Arcos da Lapa, roubar o cordão da vítima e provocar cortes com estilete que exigem 70 pontos.
Em 2014, ela já responde a investigação por rufianismo e favorecimento à prostituição. No mesmo ano, é presa em Guarulhos por mandado expedido pela Justiça do Rio.
Cinco anos depois, Nicolly volta a ser investigada após um roubo na Avenida Mem de Sá. A vítima é hospitalizada com um golpe de estilete no rosto.
Em 2023, um registro de ameaça e lesão corporal aponta Nicolly como responsável pela prostituição de travestis em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.
Segundo o registro, a vítima afirma sofrer perseguição da influenciadora, que teria usado spray de pimenta contra ela e imposto uma proibição de circular pelo calçadão do bairro.
Em 2024, Nick Frazão é presa outra vez, pela Delegacia Especializada em Armas e Explosivos (Desarme), em processo por roubo arquivado um ano depois pela Justiça.
Nas redes, Nicolly administra um podcast e uma página de entretenimento, com publicações de viagens, eventos e fotos sensuais para o público que a acompanha.
Segundo a polícia, o setor de inteligência da 17ª DP localiza Nicolly em uma casa no bairro de Paciência, na Zona Oeste do Rio, durante a ação desta segunda-feira.
No imóvel, os agentes encontram um Hyundai Creta azul, modelo 2022. O veículo tem as mesmas características do carro citado em 2 inquéritos da 17ª DP.







