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Macaé simula inundação para atualizar plano de resposta a desastres

Profissionais da Saúde e da Defesa Civil de Macaé participaram de exercício simulado para revisar o plano de contingência diante de desastres ambientais.

Profissionais da Secretaria de Saúde de Macaé participaram, nesta terça-feira (3), de uma oficina de simulação para revisar e atualizar o Plano de Contingência e Desastres Ambientais no Setor Saúde. O exercício incluiu um cenário fictício de inundação e avaliou a capacidade de resposta das equipes em situações de emergência.

A atividade foi organizada pelo Grupo de Trabalho da Vigilância em Saúde dos Riscos Associados aos Desastres (GT VigiDesastres), em parceria com a Secretaria Executiva de Defesa Civil. A iniciativa integra as ações de preparação do município para possíveis impactos do fenômeno climático El Niño.

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Oficina revisa ações previstas no plano de contingência

A secretária executiva da Atenção Primária, Daniela Bastos, explicou que o encontro busca analisar cenários, identificar fragilidades e discutir a execução das medidas previstas no plano.

“Queremos propor as alterações necessárias para tornar o plano mais objetivo e adequado à realidade de cada área”, destacou.

A responsável pelo Programa VigiDesastres, Ludmila Marinho, ressaltou que os profissionais precisam conhecer o documento e saber como agir diante de desastres ambientais.

“A proposta é que os participantes identifiquem os riscos a partir da realidade de seus locais de trabalho e compreendam como devem agir diante de uma calamidade”, afirmou.

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Simulação reproduz cenário de inundação

O secretário executivo de Defesa Civil, Joseferson de Jesus, explicou que a oficina foi dividida em duas etapas. A primeira teve nivelamento sobre noções básicas de Defesa Civil e conceitos da Política Nacional de Defesa Civil, para alinhar a linguagem entre os profissionais de diferentes áreas.

Na segunda etapa, os participantes realizaram um exercício simulado com um cenário fictício de inundação. A atividade avaliou a capacidade de resposta da Secretaria de Saúde nas fases de preparação, socorro e assistência.

O exercício também abordou o apoio aos abrigos, o uso dos equipamentos de saúde e os cuidados relacionados à possível contaminação de alimentos.

Plano considera outros eventos climáticos extremos

Além das inundações, a oficina abordou riscos associados a estiagens, chuvas irregulares, tempestades, vendavais e precipitações intensas, especialmente durante o verão.

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Joseferson destacou que os exercícios ajudam a preparar os profissionais para diferentes situações de emergência e a integrar a atuação dos órgãos municipais.

“Quanto mais testamos nossa capacidade de resposta, melhor conseguimos lidar com cenários adversos. Os profissionais atuam diretamente em seus setores e precisam estar preparados. A contingência do município envolve diversos órgãos, incluindo a Secretaria de Saúde. Quanto mais fortalecemos cada setor, melhor conseguimos responder à população”, afirmou.

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