Itaperuna contabiliza 85 queimadas em 2026 até julho. Defesa Civil e Bombeiros reforçam ações de prevenção durante o período de estiagem.
Itaperuna, no Noroeste Fluminense, registrou 85 ocorrências de fogo em vegetação até o dia 29 de julho. Com a estiagem, a baixa umidade do ar e a falta de chuvas, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros intensificaram o monitoramento para prevenir queimadas no município.
O acompanhamento reúne dados sobre incêndios em áreas urbanas e rurais para orientar medidas preventivas e ações de contingência. As equipes monitoram focos de fogo em matas, terrenos, morros, margens de rodovias e outras áreas de vegetação.
O histórico mostra variação no número de ocorrências. Em 2022, Itaperuna contabilizou 208 casos. Em 2023, foram registrados 142 incêndios. No ano seguinte, o município alcançou 273 ocorrências, o maior índice da série recente.
Em 2025, o número caiu para 132 registros. Neste ano, até 29 de julho, já foram contabilizados 85 casos. O levantamento auxilia o planejamento das ações da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros durante o período de estiagem.
Além dos danos à vegetação, as queimadas comprometem a qualidade do ar e podem provocar problemas de saúde devido à fumaça. Os incêndios também reduzem a visibilidade em rodovias e aumentam o risco de acidentes e danos a imóveis, plantações e redes elétricas.
As autoridades reforçam que provocar queimadas configura crime ambiental. A orientação é não utilizar fogo para limpar terrenos, eliminar lixo ou queimar restos de vegetação, prática que amplia o risco de incêndios durante a seca.
Em caso de foco de incêndio, a recomendação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. O atendimento rápido pode reduzir a propagação das chamas e minimizar os impactos para a população e o meio ambiente.







