Jairinho e Monique são julgados a partir desta segunda (23) pela morte do menino Henry Borel. Acusação pede ao menos 35 anos de prisão para cada réu.
O julgamento do caso Henry Borel tem início nesta segunda-feira (23), no 2º Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no Centro da cidade. No banco dos réus, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e a mãe da criança, Monique Medeiros.
Henry morreu há cinco anos com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. A acusação pede a condenação de cada réu a pelo menos 35 anos de prisão, por diferentes crimes.
A sessão será presidida pela juíza Elizabeth Machado Louro. A previsão é de que o julgamento dure ao menos 10 dias, com depoimentos de 26 testemunhas e interrogatório dos dois réus, além dos debates entre acusação e defesa.
As defesas de Jairinho e Monique atuam de forma separada. As teses a serem sustentadas incluem a de que Henry morreu por acidente e a de que há erros nos laudos periciais sobre o corpo do menino.
Havia a expectativa de que a defesa de Jairinho tentasse adiar a sessão. Uma das possibilidades cogitadas para provocar o adiamento seria o abandono do tribunal pelos advogados do ex-vereador.







