Barra Mansa passa a contar com 222 ovitrampas para monitorar a presença dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.
O monitoramento dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus foi ampliado em Barra Mansa, no Sul Fluminense, com a instalação de 150 novas ovitrampas. Com os novos equipamentos, o município passa a contar com 222 armadilhas distribuídas pelo território.
A estratégia é utilizada pela Vigilância em Saúde Ambiental para identificar a presença e acompanhar a distribuição dos mosquitos relacionados à transmissão de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
Antes da ampliação, havia 72 ovitrampas instaladas em diferentes pontos da cidade. A nova estrutura permite aumentar a área acompanhada e reunir informações sobre a circulação dos vetores.
Como funciona o monitoramento
A ovitrampa é formada por um recipiente plástico e uma palheta de madeira. O equipamento oferece um local para que o mosquito deposite seus ovos, permitindo que as equipes identifiquem a presença do vetor na região monitorada.
As armadilhas são distribuídas considerando áreas a cada 300 metros. Com os resultados coletados, a Vigilância em Saúde Ambiental consegue identificar os pontos que apresentam maior presença dos mosquitos.
Segundo Millena Borges, médica veterinária e supervisora técnica do setor, os dados servem para definir onde as equipes devem concentrar as ações de controle.
“Apesar de ser uma armadilha simples, a ovitrampa é uma ferramenta muito importante para o município. A partir dela conseguimos mensurar a presença do Aedes aegypti e do Aedes albopictus e identificar as áreas que apresentam maior risco de circulação desses vetores”, explicou.
A partir das informações obtidas, os trabalhos podem ser direcionados para os locais que demandam maior atenção. De acordo com Millena, o monitoramento permite ampliar as ações de prevenção e controle.
Moradores ajudam no acompanhamento
A participação dos moradores também é necessária para a continuidade do monitoramento. As equipes precisam ter acesso aos locais onde as ovitrampas estão instaladas para realizar o acompanhamento.
A Vigilância em Saúde Ambiental orienta ainda que a população elimine recipientes que possam acumular água parada, medida que ajuda a reduzir as condições favoráveis à proliferação do mosquito.







