O reconhecimento é uma ação importante na valorização da história e do papel cultural da Villa Maria para a região e o estado do Rio.
A Casa de Cultura Villa Maria, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), alcançou um importante reconhecimento ao ser oficialmente declarada “Patrimônio Cultural, Material e Turístico do Estado do Rio de Janeiro”.
A conquista, oficializada através da Lei 10.467, assinada pelo governador Cláudio Castro em 18 de julho de 2024, e publicada no Diário Oficial do Estado no dia 19 de julho, marca um passo na valorização da história e do papel cultural da Villa Maria para a região e o estado.
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Raízes do reconhecimento
A trajetória que culminou neste reconhecimento teve início em 2022, quando a então candidata a deputada estadual Elika Takimoto procurou a professora Priscila Castro, assessora de Cultura da UENF entre 2020 e 2023, para conhecer a política cultural da Universidade e, em particular, o papel da Casa de Cultura Villa Maria no cenário educacional e científico da Região Norte Fluminense.
Compromisso assumido
Certa da história e relevância da Villa Maria, Elika Takimoto se comprometeu, caso eleita, a apresentar um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para o reconhecimento da Villa como Patrimônio Cultural do Estado.
Após sua eleição, a deputada apresentou o projeto de lei, que, após aprovação, se concretizou na Lei 10.467.
Um legado de 30 anos
A Casa de Cultura Villa Maria celebra 30 anos de história repleta de ações relevantes para a comunidade.
Desde sua criação, o espaço tem sido palco de diversas iniciativas artísticas e culturais, como apresentações musicais, exposições, oficinas, palestras e eventos literários.
Além disso, a Villa Maria abriga um acervo documental e fonográfico de grande valor histórico, que contribui para a preservação da memória cultural da região.
Mais do que um título
O reconhecimento como Patrimônio Cultural, Material e Turístico vai além da conquista de um título.
Ele representa o reconhecimento oficial da importância da Villa Maria para a cultura e a identidade da Região Norte Fluminense, e abre portas para novas oportunidades de captação de recursos e desenvolvimento de projetos.
Futuro promissor
O diretor de Cultura da UENF, professor Giovane Nascimento, destaca que a declaração não significa o tombamento da Villa Maria em nível estadual, mas sim um passo importante para um possível processo nesse sentido.
Ele também ressalta que a declaração permitirá à Casa pleitear financiamentos, como através da Lei Rouanet, para impulsionar ainda mais suas ações culturais.







