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Hospital de Campos faz 8ª captação de órgãos em 2026

Hospital Ferreira Machado realiza 8ª captação de órgãos de 2026. Fígado e dois rins de uma doadora serão destinados a pacientes da fila nacional.

O Hospital Ferreira Machado (HFM), em Campos dos Goytacazes, realizou no domingo (30) a oitava captação de órgãos de 2026. Foram retirados o fígado e os dois rins de uma mulher de 59 anos.

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A doadora era moradora de Travessão de Campos e teve morte encefálica após sofrer um Acidente Vascular Encefálico (AVE). A doação foi autorizada pelos irmãos da paciente.

O procedimento foi realizado pela equipe do NF Transplantes, responsável pela coordenação da logística e da captação de órgãos no Hospital Ferreira Machado.

Os órgãos serão encaminhados para pacientes que aguardam por transplantes na fila única nacional. A definição dos receptores segue os critérios estabelecidos pelo sistema de transplantes.

A médica Patrícia Rangel, responsável pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) do HFM, destacou a atuação das equipes da unidade durante o processo.

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Segundo Patrícia, profissionais do CTI e da Emergência têm papel fundamental na identificação dos casos e no diagnóstico de morte encefálica, enquanto a comissão acompanha as etapas necessárias para a doação.

A médica também ressaltou a importância do acolhimento e das orientações oferecidas aos familiares durante o processo de autorização da doação.

Captação anterior ocorreu em julho

A captação anterior no Hospital Ferreira Machado ocorreu em 9 de julho. Na ocasião, o doador era um homem de 33 anos, morador do Parque Tamandaré, em Campos dos Goytacazes.

Ele teve morte encefálica após sofrer um acidente de motocicleta em 4 de junho. Com a autorização da família, foram captados o coração, o fígado e os dois rins.

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Os órgãos retirados na ocasião foram destinados a quatro pacientes que aguardavam por transplantes na fila única nacional.

Ao destacar o trabalho das equipes, Patrícia também agradeceu à família da doadora pela autorização. Segundo a médica, a decisão permitiu que os órgãos fossem destinados a pessoas que aguardam por um transplante.

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