Publicidade

Maior usina termelétrica do Brasil entra em operação no Porto do Açu

Com capacidade de 1,67 GW, GNA II reforça segurança energética e integra maior parque termelétrico a gás natural da América Latina.

A Usina Termelétrica (UTE) GNA II entrou em operação comercial na sexta-feira (31), no Porto do Açu, em São João da Barra, no Norte Fluminense. Com capacidade instalada de 1,67 gigawatts (GW), a unidade é agora a maior termelétrica do Brasil.

CONTINUE LENDO APÓS A PUBLICIDADE

A autorização para início das operações foi concedida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na véspera, permitindo o funcionamento das unidades geradoras UG1, UG2 e UG3, cada uma com 366,73 megawatts (MW), e da UG4, com 572,4 MW. A usina já estava em fase de testes desde novembro de 2024.

Construída com investimento de R$ 7 bilhões, a GNA II é operada pela Gás Natural Açu S/A (GNA) e integra o Complexo GNA, que também abriga a UTE GNA I, em operação desde setembro de 2021.

Juntas, as duas plantas formam o maior parque termelétrico a gás natural da América Latina, com capacidade total de 3 GW — energia suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências.

Eficiência e sustentabilidade

A GNA II utiliza tecnologia de ciclo combinado, operando com três turbinas a gás da classe HL, fornecidas pela Siemens Energy.

CONTINUE LENDO APÓS A PUBLICIDADE

O sistema proporciona mais de 60% de eficiência energética, com menores níveis de emissão de carbono em comparação com outras termelétricas em operação no país.

Outro diferencial é a unidade de dessalinização da usina, que permite o uso de praticamente 100% de água do mar nas operações, reduzindo a demanda por recursos hídricos doces e contribuindo para a preservação ambiental.

Impacto no sistema elétrico

A entrada em operação da GNA II representa um reforço significativo para o Sistema Interligado Nacional (SIN), aumentando a segurança energética e a confiabilidade do fornecimento.

O projeto também colabora com a diversificação da matriz energética brasileira, ao ampliar a participação do gás natural.

CONTINUE LENDO APÓS A PUBLICIDADE

Além da relevância energética, a construção da usina gerou milhares de empregos diretos e indiretos e continua a impulsionar o desenvolvimento econômico e social da região do norte fluminense.

Publicidade
Publicidade

+ Notícias

Publicidade
Publicidade